O cliente precisava resfriar a água utilizada em uma linha com 7 máquinas injetoras, mas dependia de 2 equipamentos antigos para dar conta da demanda térmica do processo — mais pontos de manutenção, maior consumo de espaço e menor eficiência no controle de temperatura.
Especificamos e instalamos um Chiller SMC HRS400-A-46 — o primeiro desse porte vendido no Brasil — dimensionado para substituir os 2 equipamentos por um único sistema, com capacidade de resfriamento suficiente para atender toda a linha de injetoras a partir de um só ponto de controle.
Equipamentos necessários
Temperatura média da água


O novo chiller substituiu os 2 equipamentos antigos por apenas 1, alimentando as 7 injetoras da linha e baixando a temperatura média da água de 14°C para 7°C — mais precisão no processo, menos pontos de manutenção e mais espaço livre na planta.
Na moldagem por injeção, a água gelada não é só um detalhe técnico — ela controla o tempo de resfriamento do molde, normalmente a etapa mais longa do ciclo. Quanto mais estável e mais baixa a temperatura da água, mais rápido o molde libera calor e mais rápido a peça pode ser extraída sem deformar. Água mais quente ou instável significa ciclos mais longos e maior risco de defeitos como empenamento e marcas de rechupe.
Um chiller de maior capacidade concentra em um único circuito o que antes duas máquinas menores faziam juntas — com uma troca de calor mais eficiente por unidade de energia consumida. Menos equipamentos trabalhando no limite significa temperatura mais estável ao longo do turno inteiro, em vez de oscilar conforme a carga térmica varia.
Nesse caso, o ganho principal foi de consistência: um único ponto de controle térmico alimentando as 7 injetoras da linha, com temperatura mais estável entre elas, reduz variação de peça a peça. Some a isso o ganho operacional de sair de 2 equipamentos para 1 — menos pontos de manutenção, menos espaço ocupado na planta e menos pontos de falha possíveis.
Sim. Qualquer linha com múltiplas injetoras dependendo de resfriamento por água — sejam elas de embalagens plásticas, componentes técnicos ou peças automotivas — passa pelo mesmo cálculo: capacidade de resfriamento real da planta vs. número de equipamentos usados pra chegar lá. Vale sempre revisar se o parque de chillers está dimensionado certo pro que a planta realmente precisa.
Fale com nosso time técnico. Avaliamos o seu caso e apresentamos uma proposta — sem compromisso e sem solução genérica.
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